quinta-feira, 29 de agosto de 2013

2013- AGOSTO

POPULAÇÃO  BRASILEIRA

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem uma estimativa da população brasileira para este ano. Em comparação com o Censo 2010, que contabilizou 261.031 habitantes em Santa 
Maria, a estimativa, três anos depois, é que o município tem 
agora 273.489 habitantes, o que representa um crescimento de 4,77%.
Em relação à estimativa populacional feita em 2012, que contabilizou 263.662 habitantes para Santa Maria, as 9.827 pessoas a mais neste ano representaram um crescimento de 3.72%. Em 2011, a estimativa para o município era de 262.369 habitantes.
a população estimada do Brasil é 
201.032.714 habitantes, pelos dados mais recentes do IBGE, referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012.
São Paulo é o estado mais populoso com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas. A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul, 11,1 milhões, e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida, aparecem Pernambuco, com 9,21 milhões de habitantes, Ceará, com 8,78 milhões, Pará, com 7,97 milhões, Maranhão, com 6,79 milhões, Santa Catarina, com 6,63 milhões, e Goiás com 6,43 milhões.

domingo, 9 de dezembro de 2012

conteúdos para exame


CONTEÚDOS PARA EXAME
8ª SÉRIE –HISTÓRIA
PROFª Marlete Andrade
Somente pelo caderno
República
Guerra do Paraguai
1ª guerra mundial
II guerra mundial
Guerra fria                                  
Era vargas de 1930-1934
Período de redemocratização do Brasil após a Era Vargas 1946-1964
A maior parte da prova é sobre II GUERRA E ERA VARGAS


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

conteúdos novembro

Em virtude dos feriados estarem caindo nas sextas-feiras estamos um pouco atrasados com os conteúdos:Neste momento estamos trabalhando sobre:
Era Vargas
Projeto cultura afro-brasileira
Período da redemocratização do Brasil após a II Guerra Mundial
  • Governo Eurico Gaspar Dutra
  • JK
  • Getúlio Vargas
  • João Goulart
Ditadura Militar- 1964-1985

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

eleições nos EUA

Uma eleição disputadíssima, em que mais uma vez o estado de Ohio teve importância fundamental, o presidente americano Barack Obama foi reeleito para mais quatro anos à frente da Casa Branca ao derrotar o republicano Mitt Romney. Passava um pouco das 2h da madrugada quando as redes de televisão projetavam a vitória do democrata, superando os 270 votos necessários no Colégio Eleitoral.
Voto não é obrigatório
Um ponto-chave das eleições para presidente dos Estados Unidos é o fato de que o voto não é obrigatório. As taxas de comparecimento são baixas. "A taxa em 2008 foi a mais alta desde 1956, cerca de 64% dos habilitados a votar compareceram
Diferentemente do sistema brasileiro, quando o eleitor americano vota em um candidato ele escolhe, na verdade, um colégio eleitoral dentro de seu estado, composto por delegados, que só então elegerá o presidente. Em todo o país, o colégio eleitoral reúne 538 delegados, de 50 estados e do distrito de Columbia, onde fica a capital Washington.
O censo populacional define a quantos representantes cada estado tem direito – quanto maior a população, maior o número de delegados.

Estados menos populosos têm direito a, no mínimo, três delegados, o que ocorre atualmente em oito deles. As unidades com mais moradores possuem mais representantes. No caso da Califórnia, por exemplo, são 55 delegados. A Flórida tem 29, e o Texas, 38
Para vencer a disputa, o candidato à presidência precisa ter o voto de 270 delegados no país. O sistema tem origem na fundação dos Estados Unidos, quando ainda havia estados com escravos. "O colégio eleitoral leva em conta o fato de que os estados existiam antes do país. Em muitas maneiras, ele não é democrático, mas quando a Constituição foi escrita não havia comandantes eleitos por voto popular em nenhum lugar do mundo, não havia nenhum modelo de democracia", explica Sandy Maisel, titular da cadeira William R. Kenan Jr. do Departamento de Governo de Colby College
Flórida, Ohio, Pensilvânia e Colorado são alguns dos estados que recebem maior atenção dos candidatos à presidência dos Estados Unidos  Em uma eleição indireta, como a americana, a vitória dentro de cada um dos estados é que importa, e o desempenho nessas unidades da federação pode decidir quem será o futuro presidente.
cédula de votação


A polarização entre apenas dois partidos faz com que existam nos Estados Unidos regiões tradicionalmente democratas e outras republicanas, que não costumam gerar muita dor de cabeça aos candidatos. Nos chamados "swing states", no entanto, o resultado é imprevisível, e a vitória nessas regiões costuma decidir quem ficará na Casa Branca pelos próximos quatro anos.
Na maior parte dos estados, a votação ocorre no modelo chamado "the winner takes it all" (o vencedor leva tudo): o partido do candidato com mais votos populares no estado leva todos os representantes do colégio eleitoral destinados àquele estado para a votação direta. Assim, um candidato que receber 40% dos votos da população em um estado não terá nenhum peso na votação nacional se seu opositor conseguir mais de 50% dos votos. )
 Por que a eleição é sempre na terça-feira?
A terça-feira após a primeira segunda-feira de novembro é a data oficial das eleições americanas desde 1845. Em meados do século 19, os Estados Unidos eram uma nação agrária, e os fazendeiros precisavam de muito tempo para ir aos locais de votação.
Sábado era dia de trabalho, domingo era dia de descanso obrigatório, quarta-feira era dia de mercado. Com isso, a escolha para a votação foi a terça-feira


trechos  do discurso  de Barack Obama
"Hoje, mais de 200 anos depois que uma ex-colônia conseguiu o direito de determinar seu próprio destino, a tarefa de aperfeiçoar nossa união avança.
Avança por sua causa. Avança porque você reafirmou o espírito que triunfou sobre a guerra e
 a depressão, o espírito que ergueu este país das profundezas do desespero para a elevada esperança, a crença de que enquanto cada um de nós persegue nossos sonhos, somos uma família americana e caímos e levantamos juntos, como uma nação, como um povo.

O papel dos cidadãos na nossa democracia não termina com o voto. Na América, nunca pensamos em quais coisas podem ser feitas para nós, mas sim no que nós podemos fazer juntos, por meio de trabalho duro, mas necessário, de autogoverno. Esse é o princípio sobre o qual estamos construídos. Sempre acreditei que a esperança é aquela teimosia dentro de nós mesmos que insiste, apesar de tudo dizer o contrário, que algo melhor sempre nos aguarda enquanto tivermos a coragem para continuar buscando, trabalhando, lutando"





MARLETE ANDRADE

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santa maria -, centro-RS, Brazil
Instituto de Educação Olavo Bilac Professora de História