ESTE BLOG FOI CRIADO EM 2010 COM A FINALIDADE DE SER UM RECURSO A MAIS DE ESTUDO E INFORMAÇÃO PARA ALUNOS E PAIS. TEM SIDO CONSIDERADO PELOS ALUNOS COMO UM COMPLEMENTO DAS AULAS E PARA MIM UMA OPORTUNIDADE DE UTILIZAR A TECNOLOGIA A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO.
sábado, 5 de janeiro de 2013
domingo, 9 de dezembro de 2012
conteúdos para exame
CONTEÚDOS PARA EXAME
8ª SÉRIE
–HISTÓRIA
PROFª Marlete Andrade
Somente pelo caderno
República
Guerra do
Paraguai
1ª guerra
mundial
II guerra
mundial
Guerra fria
Era vargas
de 1930-1934
Período de
redemocratização do Brasil após a Era Vargas 1946-1964
A maior
parte da prova é sobre II GUERRA E ERA VARGAS
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
conteúdos novembro
Em virtude dos feriados estarem caindo nas sextas-feiras estamos um pouco atrasados com os conteúdos:Neste momento estamos trabalhando sobre:
Era Vargas
Projeto cultura afro-brasileira
Período da redemocratização do Brasil após a II Guerra Mundial
- Governo Eurico Gaspar Dutra
- JK
- Getúlio Vargas
- João Goulart
Ditadura Militar- 1964-1985
domingo, 11 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
eleições nos EUA
Uma eleição disputadíssima, em que mais uma vez o estado de Ohio teve importância fundamental, o presidente americano Barack Obama foi reeleito para mais quatro anos à frente da Casa Branca ao derrotar o republicano Mitt Romney. Passava um pouco das 2h da madrugada quando as redes de televisão projetavam a vitória do democrata, superando os 270 votos necessários no Colégio Eleitoral.
Voto não é obrigatório
Um ponto-chave das eleições para presidente dos Estados Unidos é o fato de que o voto não é obrigatório. As taxas de comparecimento são baixas. "A taxa em 2008 foi a mais alta desde 1956, cerca de 64% dos habilitados a votar compareceram
Um ponto-chave das eleições para presidente dos Estados Unidos é o fato de que o voto não é obrigatório. As taxas de comparecimento são baixas. "A taxa em 2008 foi a mais alta desde 1956, cerca de 64% dos habilitados a votar compareceram
Diferentemente do sistema brasileiro, quando o eleitor americano vota em
um candidato ele escolhe, na verdade, um colégio eleitoral dentro de seu
estado, composto por delegados, que só então elegerá o presidente. Em todo o
país, o colégio eleitoral reúne 538 delegados, de 50 estados e do distrito de
Columbia, onde fica a capital Washington.
O censo populacional define a quantos representantes cada estado tem
direito – quanto maior a população, maior o número de delegados.
Estados menos populosos têm
direito a, no mínimo, três delegados, o que ocorre atualmente em oito deles. As
unidades com mais moradores possuem mais representantes. No caso da Califórnia,
por exemplo, são 55 delegados. A Flórida tem 29, e o Texas, 38.
Para vencer a
disputa, o candidato à presidência precisa ter o voto de 270 delegados no país. O sistema tem origem na fundação dos Estados
Unidos, quando ainda havia estados com escravos. "O colégio eleitoral leva
em conta o fato de que os estados existiam antes do país. Em muitas maneiras,
ele não é democrático, mas quando a Constituição foi escrita não havia
comandantes eleitos por voto popular em nenhum lugar do mundo, não havia nenhum
modelo de democracia", explica Sandy Maisel, titular da cadeira William R.
Kenan Jr. do Departamento de Governo de Colby College
Flórida, Ohio, Pensilvânia e Colorado são alguns
dos estados que recebem maior atenção dos candidatos à presidência dos Estados
Unidos Em uma eleição
indireta, como a americana, a vitória dentro de cada um dos estados é que
importa, e o desempenho nessas unidades da federação pode decidir quem será o
futuro presidente.
cédula de votação
A polarização entre apenas dois partidos faz com
que existam nos Estados Unidos regiões tradicionalmente democratas e outras
republicanas, que não costumam gerar muita dor de cabeça aos candidatos. Nos
chamados "swing states", no entanto, o resultado é imprevisível, e a
vitória nessas regiões costuma decidir quem ficará na Casa Branca pelos
próximos quatro anos.
Na maior parte dos estados, a votação ocorre no
modelo chamado "the winner takes it all" (o vencedor leva tudo): o
partido do candidato com mais votos populares no estado leva todos os
representantes do colégio eleitoral destinados àquele estado para a votação
direta. Assim, um candidato que receber 40% dos votos da população em um estado
não terá nenhum peso na votação nacional se seu opositor conseguir mais de 50%
dos votos. )
Por que a
eleição é sempre na terça-feira?
A terça-feira após a primeira segunda-feira de novembro é a data oficial das eleições americanas desde 1845. Em meados do século 19, os Estados Unidos eram uma nação agrária, e os fazendeiros precisavam de muito tempo para ir aos locais de votação.
Sábado era dia de trabalho, domingo era dia de descanso obrigatório, quarta-feira era dia de mercado. Com isso, a escolha para a votação foi a terça-feira
trechos do discurso de Barack Obama‘
"Hoje, mais de 200 anos depois que uma ex-colônia conseguiu o direito de determinar seu próprio destino, a tarefa de aperfeiçoar nossa união avança.
Avança por sua causa. Avança porque você reafirmou o espírito que triunfou sobre a guerra e
A terça-feira após a primeira segunda-feira de novembro é a data oficial das eleições americanas desde 1845. Em meados do século 19, os Estados Unidos eram uma nação agrária, e os fazendeiros precisavam de muito tempo para ir aos locais de votação.
Sábado era dia de trabalho, domingo era dia de descanso obrigatório, quarta-feira era dia de mercado. Com isso, a escolha para a votação foi a terça-feira
trechos do discurso de Barack Obama‘
"Hoje, mais de 200 anos depois que uma ex-colônia conseguiu o direito de determinar seu próprio destino, a tarefa de aperfeiçoar nossa união avança.
Avança por sua causa. Avança porque você reafirmou o espírito que triunfou sobre a guerra e
a depressão, o espírito que ergueu este país das profundezas do desespero para a elevada esperança, a crença de que enquanto cada um de nós persegue nossos sonhos, somos uma família americana e caímos e levantamos juntos, como uma nação, como um povo.
O papel dos cidadãos na nossa democracia não
termina com o voto. Na América, nunca pensamos em quais coisas podem ser feitas
para nós, mas sim no que nós podemos fazer juntos, por meio de trabalho duro,
mas necessário, de autogoverno. Esse é o princípio sobre o qual estamos
construídos. Sempre acreditei que a esperança é aquela teimosia dentro de nós
mesmos que insiste, apesar de tudo dizer o contrário, que algo melhor sempre
nos aguarda enquanto tivermos a coragem para continuar buscando, trabalhando,
lutando"
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Confira íntegra do projeto de lei que institui cotas em universidades federais- Click em cima do link
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2012/08/28/confira-integra-do-projeto-de-lei-que-institui-cotas-em-universidades-federais-54229.php
A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei das Cotas, que reserva 50% das vagas de universidades federais a alunos oriundos de escolas públicas. A distribuição das 120.000 vagas a serem ocupadas dessa forma deverá observar ainda a cor da pele dos candidatos – sempre haverá, portanto, vagas reservadas a negros, pardos e índios na proporção dessas populações em cada estado. Metade dessas cotas é voltada a estudantes de famílias de baixa renda. Aprovada no Senado no dia 7 de agosto, a lei foi sancionada sem alterações importantes. Dilma vetou apenas o 2º artigo, que determinava a seleção de alunos do sistema público por meio de um Coeficiente de Rendimento (CR), ou seja, a média de suas notas no ensino médio. Com o veto, passa a ser usado o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As federais terão quatro anos para se adaptar às regras, sendo que, já em 2013, deverão reservar ao menos 25% das vagas.
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